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Ações da 6ª edição do AbriU Dança vão movimentar Jequié

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Coreografias de diversos estilos serão apresentadas, durante a Mostra Coreográfica da 6ª edição do AbriU Dança na Bahia em Jequié. A mostra será realizada, na quarta-feira (26/04), às 19h30, com ingressos a preços populares: R$ 8 inteira e R$ 4 meia. O palco das apresentações será o Centro de Cultura ACM.

 Integram a programação os grupos da casa, Por Um Fio com a montagem “Sonho de Valsa”, Grupo Institutos com “(In)Pulsos” e a Cia de Dança Estesia com “Ethos Humanos” , além dos artistas da cidade, o público poderá conferir o  solo “Enquadro” de Jordan Fernandes do Espírito Santo; e  a coreografia “Sim, Senhor” da Ékstasis Cia de Dança, de Vitória da Conquista. Os grupos que farão parte da mostra passaram por um processo de seleção. Foram mais  de 400 propostas inscritas, incluindo as cidades participantes: Salvador, Camaçari, Senhor do Bonfim, Jequié e Valença.

Para o estudante e bailarino Hygor Borges,  a realização do “Abriu” em Jequié é de suma importância, pois contribui com o polo cultural da cidade, que possui o primeiro curso de Licenciatura em dança do interior. “É uma troca de saberes que envolve toda a diversidade que existe dentro do seguimento. O paralelo entre capital e o interior, sempre é algo que precisa ser pensado quando se trata de arte em modo geral. Existem grandes profissionais na área artística espalhados pelo interior e essas ações de fomento ajudam a dar visibilidade e a prosseguir produzindo atividades no âmbito cultural, afirmou Borges.

 Pelo sexto ano consecutivo, o AbriU Dança na Bahia promove diversas ações para celebrar o mês da dança. O projeto visa não apenas as comemorações, mas também qualificar profissionais, promover o intercâmbio e difusão de informações entre artistas. Por isso, além das mostras coreográficas, oferece uma programação pedagógica  com oficinas, palestras e diálogos temáticos, ministrados por profissionais com vasta experiência artística e acadêmica.

“O “Abriu” além de mostrar as diversas possibilidades de criação em dança por meio de mostras coreográficas conta com palestras que garantem um entendimento sobre o fazer dança, levantando dúvidas, opiniões, conclusões acerca do tema. E  também as oficinas que fazem o compartilhamento de novas experiências, de vivência com outros corpos dançantes e de construção de saberes que colaboram para o desenvolvimento da percepção e de criação artística”, concluiu Borges.

No primeiro dia terça-feira (25), ás 8h, o público terá a oportunidade de participar de um diálogo temático sobre Produção e Formação em Dança. No segundo dia, quarta-feira (26), acontece ás 8h, a oficina de Dança Contemporânea com o diretor de espetáculo, coreógrafo e educador Jorge Silva, e às 10h,  a de Danças Populares Brasileiras com a coreógrafa, doutora e mestra em educação e especialista em coreografia,  Amélia Conrado. Todas as atividades serão na Sala Zero da UESB

As inscrições para as oficinas e diálogos são gratuitas e deverão ser feitas pelo site https://abriudancanabahia.wordpress.com/

Abriu Dança na Bahia chega ao município de Jequié

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No mês da dança, o município de Jequié, no centro sul recebe a 6ª edição do AbriU Dança na Bahia. As atividades gratuitas e a preços populares serão realizadas nos dias 25 e 26 de abril.

No primeiro dia terça-feira (25) ás 8h, o público terá a oportunidade de participar de um Diálogo Temático sobre Produção e Formação em Dança. No segundo dia, quarta-feira (26), oficinas de Dança Contemporânea com Jorge Silva, às 8h e Danças Populares Brasileiras com Amélia Conrado, às 10h. Todas as atividades serão na Sala Zero da UESB

As inscrições para as oficinas e diálogos são gratuitas e deverão ser feitas pelo site https://abriudancanabahia.wordpress.com/

A programação será encerrada com a realização da Mostra coreográfica, às 19h30 no Centro Cultural ACM, com ingressos a preços populares: R$ 8 inteira e R$ 4 meia.

Programação do AbriU Dança na Bahia em Senhor do Bonfim foi adiada

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A produção do AbriU Dança na Bahia informa que as atividades programadas para os dias 20 e 21 de abril, no município de Senhor do Bonfim foram adiadas.  A nova data será definida e divulgada em breve.  A agenda do “Abriu” continua com uma programação intensa. Nos dias 25 e 26 o município de Jequié (centro sul), será contemplado com as ações do projeto.

Senhor do Bonfim recebe pela primeira as ações do AbriU Dança na Bahia

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Senhor do Bonfim

Pela primeira vez, o município de Senhor do Bonfim, no centro norte da Bahia, distante a 375 de Salvador, vai receber nos dias 20 e 21 de abril, as atividades do AbriU Dança na Bahia. A programação, gratuita, faz parte da celebração do mês da dança, e conta com  Diálogos Temáticos, Oficinas de Dança Moderna e Afro além de Mostra coreográfica.

As oficinas serão realizadas no Centro de Cultura Cecíliano de Carvalho.  A de Dança moderna acontece no dia 20/04 (quinta-feira), 15h. A aula será ministrada pelo  bailarino, coreógrafo, músico, professor e especialista em Dança-Educação, Paco Gomes.  E a de Dança Afro será no dia 21/04 (sexta-feira), 9h,  com o professor Denilson José.

Os diálogos Temáticos sobre Produção em Dança –Formação em Dança?, será no dia 20 de abril (quinta-feira), às 18h30 no Citear- Circo Teatro Avinho do Riacho. As atividades em Senhor do Bonfim serão encerradas com a realização da Mostra coreográfica no dia 21/04 (sexta-feira), às 18h na Praça Nova do Congresso.

As inscrições para as oficinas e diálogos são gratuitas e deverão ser feitas pelo site https://abriudancanabahia.wordpress.com/

O Abriu na Dança foi concebido pelo diretor Anderson Rodrigo e conta com a coordenação artística pedagógica de Bruno Jesus e na coordenação de produção Leonardo Luz. Nesta edição foi contemplado pelo Edital Setorial de Dança que conta com apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, das Secretarias da Fazenda e de Cultura do Estado da Bahia, por meio da Fundação Cultural do Estado (Funceb).

Oficinas e Diálogos Temáticos foram realizados em Camaçari

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Na última semana, o AbriU Dança na Bahia, desenvolveu duas Oficinas e Diálogo Temático no Teatro Alberto Martins, no município de Camaçari.

A oficina de Dança Afro, com o professor Pakito Lazaro, apresentou aos participantes, técnicas da modalidade, por meio de vários elementos da natureza Terra, Água, Ar e Fogo. Pakito é formado pela Escola de Dança da Funceb. Já atuou como dançarino do Balé Folclórico da Bahia, e, atualmente é o diretor da Corpo Sísmico CIA. de Dança.

A oficina de Dança Contemporânea, com Melissa Figueiredo proporcionou uma prática investigativa desenvolvida a partir de uma pesquisa estética autoral. “A oficina  experimenta estados corporais e qualidades de movimento, utilizando princípios do Release technique, técnicas de chão, improvisação  e da prática do Yoga”, explicou a professora Melissa.

“Foi uma grande realização ter participado das duas oficinas, como bailarina e  cidadã. É um orgulho presenciar a nossa cidade sendo privilegiada com as ações do AbriU Dança, pois é um projeto que acolhe todos, independente de classe social, gênero, cor e etc. Em poucas horas aprendi o bastante para uma vida”, afirmou Luana Layres, professora, formada no curso técnico em dança da Funceb.

Foi realizado também um diálogo temático sobre ‘Produção em dança: mercado de trabalho’, com a artista, curadora de dança, mestra em cultura e sociedade, Nirlyn Seijas.

Para a bailarina, Angela Cheirosa, o diálogo foi uma oportunidade para conhecer novas possibilidades de produzir dança. A profissionalização do mercado e os caminhos a serem percorridos.  “Além de dançar, é preciso encontrar caminhos que  torne a dança sólida, consistente, politizada e questionadora. O diálogo, nos proporcionou uma reflexão pertinente, sobre o que estamos produzindo, pra quem, com quanto?”, analisou a professora, bailarina de dança do ventre, produtora cultural e diretora do Projeto Flor de Lótus, Angela.

Programação da 6ª edição do AbriU Dança na Bahia acontece hoje (6) em Camaçari com oficinas gratuitas

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A primeira oficina de Dança Contemporânea, será das 14 às 16h, ministrada por Melissa Figueiredo, que é graduada em dança pela Universidade Federal da Bahia e formada pela Escola de Dança da Funceb. Atualmente integra ao Nii-colaboratório, criações compartilhadas em dança como idealizadora e artista propositiva.

A segunda oficina de Dança Afro, será das 16h às 18h, com Pakito Lazaro, que também é graduado em dança pela Universidade Federal da Bahia e formado pela Escola de Dança da Funceb. Já atuou como dançarino do Balé Folclórico da Bahia, e, atualmente é o diretor da Corpo Sísmico CIA. de Dança.

Na Sexta-feira (7), às 9h, os profissionais da dança terão a oportunidade de participar de um diálogo temático sobre Produção em Dança: Mercado de Trabalho, com a artista e Curadora de Dança. Mestra em Cultura e Sociedade, Nirlyn Seijas.

Todas as atividades serão realizadas no Teatro Alberto Martins. E as inscrições podem ser realizadas no site https://abriudancanabahia.wordpress.com/

AbriU Dança na Bahia divulga lista dos convocados de Senhor do Bonfim e Jequié.

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Depois de uma intensa programação em Salvador,  a  produção da 6ª edição do AbriU Dança na Bahia divulga a lista dos grupos e artistas convocados de Senhor do Bonfim e Jequié.

 SENHOR DO BONFIM:

– João Rafael Neto – Bolero de 4;
– Priscila Sodré – Trans_Lúcido (Tribal Fusion)
– Ballet Cynthia Ramos – Guardiãs.
– Marcos Ferreira – 1º eu, 2º eu, 3º eu.
– Coletivo Trippé – Fraturas

Suplente:

– Grupo de Performances Artísticas – Sons e Sombras

JEQUIÉ:

– Sonho de Valsa – Por Um Fio
– Ékstasis Cia de Dança – Sim, Senhor
– Grupo Institutos – (In)Pulsos
– Jordan Fernandes – Enquadro.
– Cia de dança Estesia – Ethos Humanus

Camaçari é a próxima cidade a receber as Ações do AbriU Dança na Bahia

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Depois de uma intensa agenda de mostras coreográficas, oficinas e diálogos na capital baiana, a 6ª edição do AbriU Dança na Bahia prossegue nos dias 06 e 07 de abril, em Camaçari. Na quinta-feira (6), das 14 às 16h será realizada oficina de Dança Contemporânea, com Melissa Figueiredo, e das 16h às 18h Dança Afro com Pakito Lazaro. Na Sexta-feira (7), às 9h, os profissionais da dança terão a oportunidade de participar de um diálogo temático com Nirlyn Seijas.

As atividades, gratuitas, serão realizadas no Teatro Alberto Martins. E as inscrições podem ser realizadas no site https://abriudancanabahia.wordpress.com/

AbriU Dança na Bahia

É um projeto que visa dar visibilidade a todos os estilos, criando um intercâmbio entre vários grupos de dança: contemporânea, moderna, ballet clássico, hip hop, pagode, valsa. O “Abriu” é também uma celebração ao mês da dança.

Além das mostras coreográficas o “Abriu”  tem o objetivo de  qualificar profissionais, promover o intercâmbio e difusão de informações entre artistas, oferecendo uma programação pedagógica com oficinas, palestras e diálogos temáticos, ministrado por profissionais com vasta experiência artística e acadêmica.

“O projeto já contemplou mais de 500 artistas e alcançou 20 cidades baianas.  Cerca de duas mil pessoas assistiram as mostras em teatros, espaços culturais e praças. Durante as ações, cerca de 600 profissionais da dança foram certificados”, explicou o diretor Anderson Rodrigo.

As atividades da 6ª edição do Abriu Dança iniciaram em Salvador no dia 29/03. Dando o seguimento, agora em Camaçari. As cidades de  Valença, Senhor do Bonfim e Jequié também serão sede do “Abriu”.

O Abriu na Dança foi concebido pelo diretor Anderson Rodrigo e conta com a coordenação artística pedagógica de Bruno Jesus e na coordenação de produção Leonardo Luz. Nesta edição foi contemplado pelo Edital Setorial de Dança que conta com apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, das Secretarias da Fazenda e de Cultura do Estado da Bahia, por meio da Fundação Cultural do Estado (Funceb).

Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais. Para mais informações, acesse: www.cultura.ba.gov.br

Curadoria, processo de seleção e produção foram discutidos em mais uma ação do AbriU Dança

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Dando continuidade à programação da 6ª edição do AbriU Dança na Bahia, foi realizada na última segunda-feira (3/4), no espaço Xisto, uma roda de diálogos temáticos sobre  Produção em Dança, Curadoria e Processo de Seleção.

O evento reuniu bailarinos, estudantes e  produtores que tiveram a oportunidade de dialogar com renomados profissionais da área. O pesquisador, curador, mestre em artes cênicas, Felipe Assis. A coreógrafa, gestora cultural e fundadora do núcleo Viladança, Cristina Castro. A diretora da escola contemporânea de dança, especialista em dança moderna e coreografia, Fatima Suarez. O produtor cultural e diretor da escola de dança da Funceb, Jacson do Espirito Santo e a artista e curadora de dança, mestra em cultura e sociedade, Nirlyn Seijas.

Os convidados debateram sobre a importância das ações curatoriais dentro de um  projeto. Para Nirlyn Seijas, a relação entre as obras é muito importante. “Para mim a curadoria é olhar para as obras de artes e pensar como aquelas obras  se comunicam entre elas,  para propor um tipo de conhecimento que vai para o público: os testemunhos, que tipo de sentido eu quero que as pessoas que vão assistir o que estou fazendo tenham”, explicou Nirlyn Seijas.

O Co-criador do Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia (Fiac Bahia), Felipe Assis, explicou como funciona o processo de curadoria do festival, as etapas. De acordo com Felipe, a curadoria é um lugar de mediação e colaboração. “Existem muitas possibilidades de curadoria, pode ser exercida de diversas maneiras, várias camadas de entendimento. A ideia de mediação pensa como construir contexto e ambientes e como propor maneiras das pessoas experimentarem conceitos e perceberam na obra empatia e similaridade. Já a colaboração ela está associada  as práticas artísticas.  Formei na escola de Teatro da UFBA, passei pela Aliança francesa, e cada lugar que passava, essas experiência me fez enxergar um tipo de curadoria e sobretudo a experiência artística . Então não posso pensar em uma curadoria em artes cênicas que elimine as praticas artísticas.

Os convidados falaram suas experiências à frente importantes projetos na área da dança. A coreografa, Fatima Suarez explicou a metodologia, processo de seleção do projeto Jornada da Dança. De acordo com Fatima, a jornada é um ambiente de estudos. “É o resultado de um processo de seleção que criamos que começa dentro da escola, com professores e alunos que vai para o curso de formação, atinge os alunos, dentro desse contexto temos o fórum de educadores, procuramos desenvolver um trabalho que crie vínculos com os educadores, trabalhamos com educadores de toda Bahia.

A fundadora do núcleo Viladança, Cristina Castro, falou sobre o processo de curadoria de cada ação do Viladança. Segundo ela cada atividade do festival tem um curadoria diferenciada. “Não é apenas pensar em espetáculo, mas pensar em várias atividades e tem uma curadoria diferenciada dentro da própria organização e estrutura. O festival tem espetáculos nacionais e internacionais que tem minha curadoria, onde tenho que está atenta ao momento e ao discurso. Já a mostra baiana de dança contemporânea, não é minha curadoria. Eu faço seleção de 3 profissionais que estão atentas as cenas locais para fazer uma seleção. A Mostra Casa de Aberta é uma grande celebração da dança que tem outro tipo de curadoria, que é um espaço muito mais técnico de produção. A batalha do break tem outra curadoria com todo regimento do hip hop, não é minha área, tenho que chamar especialistas, a batalha passa seleção de vídeos e seleção de jurados que não podem ser daqui tem que ser de fora, explicou.

EDITAIS

O diretor da escola de dança da Funceb,  Jacson, falou sobre o processo de seleção dos editais. Existem vários processos e ferramentas dentro do estado de seleção, através de edital, convocatória, processos curatoriais:  de seleção, levantamento, para  catálogos da dança. Esse processo de seleção por mais que tenha os critérios ele também é atravessado por uma relação complexa que se dá entre as propostas que são encaminhadas. A relação do proponente e sua equipe, os critérios que são estabelecidos e publicitados no edital e muito fortemente pela construção de uma comissão que vai avaliar todo esse conjunto, afirmou.

Para a estudante e  diretora da Revista Digital.Arte, Jaqueline Elesbão. A iniciativa do Abriu de realizar esse encontro demonstra o compromisso dos organizadores em tornar acessível diversos tipos de atividades. “O Bacana do “Abriu” é que existe de fato uma preocupação em atender não apenas os holofotes. Por exemplo, trazer esses curadores que tem nome, respaldos na cidade. Em outra circunstância seria quase impossível, porque quem tem acesso a esses curadores?. O Abriu com esse comportamento deixa claro que ele está aberto para quem não tem essa acessibilidade. O Abriu tem uma tentativa muito bem sucedida de não apenas mostrar a dança, o material cênico, mas tem a tentativa de discutir a problemática e tentar resolver”, afirmou a estudante do bacharel em artes Elesbão.

Abertas as inscrições para os Diálogos Temáticos do AbriU Dança na Bahia

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O AbriU Dança na Bahia contemplado pelo Edital Setorial de Dança, financiado pelo Governo do Estado, está com inscrições abertas para Diálogos Temáticos sobre Produção em Dança, Curadoria e Processo de Seleção.  A ação será realizada na próxima segunda-feira (03/04), ás 17h30, no Espaço Xisto, nos Barris, com acesso gratuito.

As inscrições podem ser feitas no site, no campo oficina: www.abriudancanabahia.wordpress.com.

Em mais uma edição, o Abriu Dança reforça seu objetivo de qualificar profissionais, promover o intercâmbio e difusão de informações entre artistas, oferecendo uma programação pedagógica com oficinas, palestras e diálogos temáticos, ministrado por profissionais com vasta experiência artística e acadêmica.

Para falar sobre os temas, foram convidados: o pesquisador, curador, mestre em artes cênicas, Felipe Assis. A coreógrafa, gestora cultural e fundadora do núcleo Viladança, Cristina Castro. A diretora da escola contemporânea de dança, especialista em dança moderna e coreografia, Fatima Suarez. O produtor cultural e diretor da escola de dança da Funceb, Jacson do Espirito Santo e a artista e curadora de dança, mestra em cultura e sociedade, Nirlyn Seijas.

“A Bahia tem uma produção em dança inesgotável. Como produtor e coordenador artístico pedagógico do AbriU Dança na Bahia, realizar um encontro com os principais programadores e diretores de Festivais e Mostras do país para conversar sobre suas concepções, percepções e atuação, é um prazer dançante e excitante.  É oportunidade de ampliar, tecer redes com artistas, espectadores, produtores e interessados em conhecer e refletir sobre esse fazer que me parece tão complexo e delicado”, afirmou Bruno Jesus.

O projeto Abriu Dança concebido pelo diretor Anderson Rodrigo, conta com a coordenação artística pedagógica de Bruno Jesus e na coordenação de produção Leonardo Luz. Nesta 6ª edição, cinco cidades foram contempladas:  Salvador, Camaçari, Valença, Senhor do Bonfim e Jequié. As ações prosseguem até o dia 08 de maio de 2017.

SERVIÇO

O quê? Diálogos Temáticos do Abriu Dança na Bahia

Onde? Espaço Xisto Bahia (Complexo da Biblioteca dos Barris).

Quando? 03/04 –Segunda-Feira

Quanto? Acesso Gratuito