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Senhor do Bonfim recebe pela primeira as ações do AbriU Dança na Bahia

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Senhor do Bonfim

Pela primeira vez, o município de Senhor do Bonfim, no centro norte da Bahia, distante a 375 de Salvador, vai receber nos dias 20 e 21 de abril, as atividades do AbriU Dança na Bahia. A programação, gratuita, faz parte da celebração do mês da dança, e conta com  Diálogos Temáticos, Oficinas de Dança Moderna e Afro além de Mostra coreográfica.

As oficinas serão realizadas no Centro de Cultura Cecíliano de Carvalho.  A de Dança moderna acontece no dia 20/04 (quinta-feira), 15h. A aula será ministrada pelo  bailarino, coreógrafo, músico, professor e especialista em Dança-Educação, Paco Gomes.  E a de Dança Afro será no dia 21/04 (sexta-feira), 9h,  com o professor Denilson José.

Os diálogos Temáticos sobre Produção em Dança –Formação em Dança?, será no dia 20 de abril (quinta-feira), às 18h30 no Citear- Circo Teatro Avinho do Riacho. As atividades em Senhor do Bonfim serão encerradas com a realização da Mostra coreográfica no dia 21/04 (sexta-feira), às 18h na Praça Nova do Congresso.

As inscrições para as oficinas e diálogos são gratuitas e deverão ser feitas pelo site https://abriudancanabahia.wordpress.com/

O Abriu na Dança foi concebido pelo diretor Anderson Rodrigo e conta com a coordenação artística pedagógica de Bruno Jesus e na coordenação de produção Leonardo Luz. Nesta edição foi contemplado pelo Edital Setorial de Dança que conta com apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, das Secretarias da Fazenda e de Cultura do Estado da Bahia, por meio da Fundação Cultural do Estado (Funceb).

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Oficinas e Diálogos Temáticos foram realizados em Camaçari

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Na última semana, o AbriU Dança na Bahia, desenvolveu duas Oficinas e Diálogo Temático no Teatro Alberto Martins, no município de Camaçari.

A oficina de Dança Afro, com o professor Pakito Lazaro, apresentou aos participantes, técnicas da modalidade, por meio de vários elementos da natureza Terra, Água, Ar e Fogo. Pakito é formado pela Escola de Dança da Funceb. Já atuou como dançarino do Balé Folclórico da Bahia, e, atualmente é o diretor da Corpo Sísmico CIA. de Dança.

A oficina de Dança Contemporânea, com Melissa Figueiredo proporcionou uma prática investigativa desenvolvida a partir de uma pesquisa estética autoral. “A oficina  experimenta estados corporais e qualidades de movimento, utilizando princípios do Release technique, técnicas de chão, improvisação  e da prática do Yoga”, explicou a professora Melissa.

“Foi uma grande realização ter participado das duas oficinas, como bailarina e  cidadã. É um orgulho presenciar a nossa cidade sendo privilegiada com as ações do AbriU Dança, pois é um projeto que acolhe todos, independente de classe social, gênero, cor e etc. Em poucas horas aprendi o bastante para uma vida”, afirmou Luana Layres, professora, formada no curso técnico em dança da Funceb.

Foi realizado também um diálogo temático sobre ‘Produção em dança: mercado de trabalho’, com a artista, curadora de dança, mestra em cultura e sociedade, Nirlyn Seijas.

Para a bailarina, Angela Cheirosa, o diálogo foi uma oportunidade para conhecer novas possibilidades de produzir dança. A profissionalização do mercado e os caminhos a serem percorridos.  “Além de dançar, é preciso encontrar caminhos que  torne a dança sólida, consistente, politizada e questionadora. O diálogo, nos proporcionou uma reflexão pertinente, sobre o que estamos produzindo, pra quem, com quanto?”, analisou a professora, bailarina de dança do ventre, produtora cultural e diretora do Projeto Flor de Lótus, Angela.

Programação da 6ª edição do AbriU Dança na Bahia acontece hoje (6) em Camaçari com oficinas gratuitas

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A primeira oficina de Dança Contemporânea, será das 14 às 16h, ministrada por Melissa Figueiredo, que é graduada em dança pela Universidade Federal da Bahia e formada pela Escola de Dança da Funceb. Atualmente integra ao Nii-colaboratório, criações compartilhadas em dança como idealizadora e artista propositiva.

A segunda oficina de Dança Afro, será das 16h às 18h, com Pakito Lazaro, que também é graduado em dança pela Universidade Federal da Bahia e formado pela Escola de Dança da Funceb. Já atuou como dançarino do Balé Folclórico da Bahia, e, atualmente é o diretor da Corpo Sísmico CIA. de Dança.

Na Sexta-feira (7), às 9h, os profissionais da dança terão a oportunidade de participar de um diálogo temático sobre Produção em Dança: Mercado de Trabalho, com a artista e Curadora de Dança. Mestra em Cultura e Sociedade, Nirlyn Seijas.

Todas as atividades serão realizadas no Teatro Alberto Martins. E as inscrições podem ser realizadas no site https://abriudancanabahia.wordpress.com/

AbriU Dança na Bahia divulga lista dos convocados de Senhor do Bonfim e Jequié.

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Depois de uma intensa programação em Salvador,  a  produção da 6ª edição do AbriU Dança na Bahia divulga a lista dos grupos e artistas convocados de Senhor do Bonfim e Jequié.

 SENHOR DO BONFIM:

– João Rafael Neto – Bolero de 4;
– Priscila Sodré – Trans_Lúcido (Tribal Fusion)
– Ballet Cynthia Ramos – Guardiãs.
– Marcos Ferreira – 1º eu, 2º eu, 3º eu.
– Coletivo Trippé – Fraturas

Suplente:

– Grupo de Performances Artísticas – Sons e Sombras

JEQUIÉ:

– Sonho de Valsa – Por Um Fio
– Ékstasis Cia de Dança – Sim, Senhor
– Grupo Institutos – (In)Pulsos
– Jordan Fernandes – Enquadro.
– Cia de dança Estesia – Ethos Humanus

Camaçari é a próxima cidade a receber as Ações do AbriU Dança na Bahia

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Depois de uma intensa agenda de mostras coreográficas, oficinas e diálogos na capital baiana, a 6ª edição do AbriU Dança na Bahia prossegue nos dias 06 e 07 de abril, em Camaçari. Na quinta-feira (6), das 14 às 16h será realizada oficina de Dança Contemporânea, com Melissa Figueiredo, e das 16h às 18h Dança Afro com Pakito Lazaro. Na Sexta-feira (7), às 9h, os profissionais da dança terão a oportunidade de participar de um diálogo temático com Nirlyn Seijas.

As atividades, gratuitas, serão realizadas no Teatro Alberto Martins. E as inscrições podem ser realizadas no site https://abriudancanabahia.wordpress.com/

AbriU Dança na Bahia

É um projeto que visa dar visibilidade a todos os estilos, criando um intercâmbio entre vários grupos de dança: contemporânea, moderna, ballet clássico, hip hop, pagode, valsa. O “Abriu” é também uma celebração ao mês da dança.

Além das mostras coreográficas o “Abriu”  tem o objetivo de  qualificar profissionais, promover o intercâmbio e difusão de informações entre artistas, oferecendo uma programação pedagógica com oficinas, palestras e diálogos temáticos, ministrado por profissionais com vasta experiência artística e acadêmica.

“O projeto já contemplou mais de 500 artistas e alcançou 20 cidades baianas.  Cerca de duas mil pessoas assistiram as mostras em teatros, espaços culturais e praças. Durante as ações, cerca de 600 profissionais da dança foram certificados”, explicou o diretor Anderson Rodrigo.

As atividades da 6ª edição do Abriu Dança iniciaram em Salvador no dia 29/03. Dando o seguimento, agora em Camaçari. As cidades de  Valença, Senhor do Bonfim e Jequié também serão sede do “Abriu”.

O Abriu na Dança foi concebido pelo diretor Anderson Rodrigo e conta com a coordenação artística pedagógica de Bruno Jesus e na coordenação de produção Leonardo Luz. Nesta edição foi contemplado pelo Edital Setorial de Dança que conta com apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, das Secretarias da Fazenda e de Cultura do Estado da Bahia, por meio da Fundação Cultural do Estado (Funceb).

Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais. Para mais informações, acesse: www.cultura.ba.gov.br

Curadoria, processo de seleção e produção foram discutidos em mais uma ação do AbriU Dança

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Dando continuidade à programação da 6ª edição do AbriU Dança na Bahia, foi realizada na última segunda-feira (3/4), no espaço Xisto, uma roda de diálogos temáticos sobre  Produção em Dança, Curadoria e Processo de Seleção.

O evento reuniu bailarinos, estudantes e  produtores que tiveram a oportunidade de dialogar com renomados profissionais da área. O pesquisador, curador, mestre em artes cênicas, Felipe Assis. A coreógrafa, gestora cultural e fundadora do núcleo Viladança, Cristina Castro. A diretora da escola contemporânea de dança, especialista em dança moderna e coreografia, Fatima Suarez. O produtor cultural e diretor da escola de dança da Funceb, Jacson do Espirito Santo e a artista e curadora de dança, mestra em cultura e sociedade, Nirlyn Seijas.

Os convidados debateram sobre a importância das ações curatoriais dentro de um  projeto. Para Nirlyn Seijas, a relação entre as obras é muito importante. “Para mim a curadoria é olhar para as obras de artes e pensar como aquelas obras  se comunicam entre elas,  para propor um tipo de conhecimento que vai para o público: os testemunhos, que tipo de sentido eu quero que as pessoas que vão assistir o que estou fazendo tenham”, explicou Nirlyn Seijas.

O Co-criador do Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia (Fiac Bahia), Felipe Assis, explicou como funciona o processo de curadoria do festival, as etapas. De acordo com Felipe, a curadoria é um lugar de mediação e colaboração. “Existem muitas possibilidades de curadoria, pode ser exercida de diversas maneiras, várias camadas de entendimento. A ideia de mediação pensa como construir contexto e ambientes e como propor maneiras das pessoas experimentarem conceitos e perceberam na obra empatia e similaridade. Já a colaboração ela está associada  as práticas artísticas.  Formei na escola de Teatro da UFBA, passei pela Aliança francesa, e cada lugar que passava, essas experiência me fez enxergar um tipo de curadoria e sobretudo a experiência artística . Então não posso pensar em uma curadoria em artes cênicas que elimine as praticas artísticas.

Os convidados falaram suas experiências à frente importantes projetos na área da dança. A coreografa, Fatima Suarez explicou a metodologia, processo de seleção do projeto Jornada da Dança. De acordo com Fatima, a jornada é um ambiente de estudos. “É o resultado de um processo de seleção que criamos que começa dentro da escola, com professores e alunos que vai para o curso de formação, atinge os alunos, dentro desse contexto temos o fórum de educadores, procuramos desenvolver um trabalho que crie vínculos com os educadores, trabalhamos com educadores de toda Bahia.

A fundadora do núcleo Viladança, Cristina Castro, falou sobre o processo de curadoria de cada ação do Viladança. Segundo ela cada atividade do festival tem um curadoria diferenciada. “Não é apenas pensar em espetáculo, mas pensar em várias atividades e tem uma curadoria diferenciada dentro da própria organização e estrutura. O festival tem espetáculos nacionais e internacionais que tem minha curadoria, onde tenho que está atenta ao momento e ao discurso. Já a mostra baiana de dança contemporânea, não é minha curadoria. Eu faço seleção de 3 profissionais que estão atentas as cenas locais para fazer uma seleção. A Mostra Casa de Aberta é uma grande celebração da dança que tem outro tipo de curadoria, que é um espaço muito mais técnico de produção. A batalha do break tem outra curadoria com todo regimento do hip hop, não é minha área, tenho que chamar especialistas, a batalha passa seleção de vídeos e seleção de jurados que não podem ser daqui tem que ser de fora, explicou.

EDITAIS

O diretor da escola de dança da Funceb,  Jacson, falou sobre o processo de seleção dos editais. Existem vários processos e ferramentas dentro do estado de seleção, através de edital, convocatória, processos curatoriais:  de seleção, levantamento, para  catálogos da dança. Esse processo de seleção por mais que tenha os critérios ele também é atravessado por uma relação complexa que se dá entre as propostas que são encaminhadas. A relação do proponente e sua equipe, os critérios que são estabelecidos e publicitados no edital e muito fortemente pela construção de uma comissão que vai avaliar todo esse conjunto, afirmou.

Para a estudante e  diretora da Revista Digital.Arte, Jaqueline Elesbão. A iniciativa do Abriu de realizar esse encontro demonstra o compromisso dos organizadores em tornar acessível diversos tipos de atividades. “O Bacana do “Abriu” é que existe de fato uma preocupação em atender não apenas os holofotes. Por exemplo, trazer esses curadores que tem nome, respaldos na cidade. Em outra circunstância seria quase impossível, porque quem tem acesso a esses curadores?. O Abriu com esse comportamento deixa claro que ele está aberto para quem não tem essa acessibilidade. O Abriu tem uma tentativa muito bem sucedida de não apenas mostrar a dança, o material cênico, mas tem a tentativa de discutir a problemática e tentar resolver”, afirmou a estudante do bacharel em artes Elesbão.

Abertas as inscrições para os Diálogos Temáticos do AbriU Dança na Bahia

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O AbriU Dança na Bahia contemplado pelo Edital Setorial de Dança, financiado pelo Governo do Estado, está com inscrições abertas para Diálogos Temáticos sobre Produção em Dança, Curadoria e Processo de Seleção.  A ação será realizada na próxima segunda-feira (03/04), ás 17h30, no Espaço Xisto, nos Barris, com acesso gratuito.

As inscrições podem ser feitas no site, no campo oficina: www.abriudancanabahia.wordpress.com.

Em mais uma edição, o Abriu Dança reforça seu objetivo de qualificar profissionais, promover o intercâmbio e difusão de informações entre artistas, oferecendo uma programação pedagógica com oficinas, palestras e diálogos temáticos, ministrado por profissionais com vasta experiência artística e acadêmica.

Para falar sobre os temas, foram convidados: o pesquisador, curador, mestre em artes cênicas, Felipe Assis. A coreógrafa, gestora cultural e fundadora do núcleo Viladança, Cristina Castro. A diretora da escola contemporânea de dança, especialista em dança moderna e coreografia, Fatima Suarez. O produtor cultural e diretor da escola de dança da Funceb, Jacson do Espirito Santo e a artista e curadora de dança, mestra em cultura e sociedade, Nirlyn Seijas.

“A Bahia tem uma produção em dança inesgotável. Como produtor e coordenador artístico pedagógico do AbriU Dança na Bahia, realizar um encontro com os principais programadores e diretores de Festivais e Mostras do país para conversar sobre suas concepções, percepções e atuação, é um prazer dançante e excitante.  É oportunidade de ampliar, tecer redes com artistas, espectadores, produtores e interessados em conhecer e refletir sobre esse fazer que me parece tão complexo e delicado”, afirmou Bruno Jesus.

O projeto Abriu Dança concebido pelo diretor Anderson Rodrigo, conta com a coordenação artística pedagógica de Bruno Jesus e na coordenação de produção Leonardo Luz. Nesta 6ª edição, cinco cidades foram contempladas:  Salvador, Camaçari, Valença, Senhor do Bonfim e Jequié. As ações prosseguem até o dia 08 de maio de 2017.

SERVIÇO

O quê? Diálogos Temáticos do Abriu Dança na Bahia

Onde? Espaço Xisto Bahia (Complexo da Biblioteca dos Barris).

Quando? 03/04 –Segunda-Feira

Quanto? Acesso Gratuito

Oficina de Composição coreográfica do Abriu Dança foi um sucesso

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A Oficina de Composição Coreográfica de Lia Robatto e Paco Gomes, realizada nos dias 30 e 31/03 como parte da programação da 6ª edição do Abriu Dança na Bahia, recebeu um público maior do que o esperado.

“A oficina disponibilizou 20 vagas para alunos da Funceb e 10 para o público de fora, mas a procura foi bem maior. Foi necessário abrir uma nova turma com Lia Robatto para atender a demanda”, explicou o coordenador artístico e pedagógico, Bruno Jesus.

Com uma vasta experiência na área, a coreógrafa Lia Robatto, professora e pesquisadora em dança, também criadora da Escola de Dança da Funceb, apresentou conteúdos teóricos e práticos sobre improvisação, experimentação, metáfora corporal, sinais, símbolos e códigos gestuais. “Fiquei encantada, com o envolvimento e o comprometimento dessa moçada. Eles demonstram muita garra, vontade e desejo pelo fazer dança” confessou Robatto.

Para a coreografa o Abriu Dança está colaborando para revitalização do segmento na Funceb. “O Abriu está estimulando novos alunos e ativando os que já estão estudando”, afirmou . Segundo ela, o coreógrafo tem que conquistar o bailarino. “Coreógrafo tem que ser didático, ser professor, tem que seduzir e envolver o bailarino. É praticamente um namoro!”, afirmou Lia Robatto.

Simultaneamente também aconteceu a oficina de composição coreográfica com Paco Gomes, bailarino, coreógrafo, músico, professor e especialista em Dança-Educação. “A metodologia das minhas oficinas acontece no momento, quando a turma se reúne. Primeiro faço um diagnóstico dos integrantes com alguns exercícios e vejo até onde posso chegar”. Ele também destacou a importância do Abriu Dança que não segue apenas uma linha de dança. “O projeto tem uma forma de agregar, é um polo de agregamento das mais várias formas de dança. Sinto falta de mais atividades como essa por aqui”, contou o coreógrafo.

Para os alunos da Funceb, a oficina contribuiu para despertar novas formas de fazer dança.  Segundo o estudante João Nogueira, a oficina foi muito gratificante. “Estou em um processo de entender qual o meu lugar na dança, principalmente como criador, o que fazer com todos esses impulsos e inquietações que se dão em forma de movimento e ações. O contato com Lia foi importante para esse momento que estou vivendo agora”, explicou.

Já Carolina Lisboa, participou das duas oficinas. “Foram duas visões diferentes. Paco mostrou a metodologia mais rápida com mais fluidez, já Lia abordou o processo mais devagar, a criação por partes. Para mim foi importante pois abriu meus horizontes para criações futuras”, comemorou a estudante.

O Abriu Dança na Bahia foi contemplado pelo Edital Setorial de Dança, que conta com apoio financeiro do Governo do Estado. O projeto foi idealizado pelo diretor Anderson Rodrigo e conta com a coordenação artística pedagógica de Bruno Jesus e na coordenação de produção Leonardo Luz. Além de Salvador, os municípios: Camaçari, Valença, Senhor do Bonfim e Jequié serão sede do evento. As ações prosseguem até o dia 08 de maio de 2017.

 

Público lota Teatro na abertura do Abriu Dança na Bahia

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Casa lotada e muitos aplausos marcam a abertura do Abriu Dança na Bahia, realizada na noite desta quarta-feira, 29, no espaço Xisto nos Barris. A plateia ficou encantada com a diversidade de estilos de cada apresentação.

Na abertura do evento, o público pôde conferir o solo “Eu de onde venho, para onde vou” de João Lima. Logo após, foi a vez da coreografia “Você Aceita?” do Grupo Dois em Um, em seguida a performance “Refuge – Tribal Fusion”  do bailarino Caíque Melo.  Dando continuidade, “Fraturas” do Coletivo Trippè de Juazeiro. Na sequência “Perene” de Ramom Moura e  “Ginga’ do grupo Origem. Fechando a programação o solo de Alice Rodrigues.

A cada apresentação o público aplaudia com mais intensidade. “Espetacular prestigiar o talento desses dançarinos. A organização também está de parabéns, pois colocou no palco diversos artistas com estilos diferentes, afirmou a aposentada Tereza Barbosa.

Os bailarinos que participaram da Mostra Coreográfica, foram selecionados pela Produção do Abriu Dança, que conta com a direção de Anderson Rodrigo a coordenação artística pedagógica de Bruno Jesus e na coordenação de produção Leonardo Luz.

“É muito importante essa iniciativa de fazer acontecer a dança na Bahia, com a participação de grupos de outras cidades e vários estilos, pois a dança é muito plural e ter a oportunidade de presenciar um pouco essa diversidade é enriquecedor”, afirmou a bailarina do Balé Jovem, Clara Boa Sorte.

Uma das ações do “Abriu” é promover a   qualificação dos profissionais, o intercâmbio entre artistas. “Conheci o projeto em Juazeiro em uma das primeiras edições. Participei de uma oficina e meu grupo apresentou um trabalho que depois virou espetáculo. O mais interessante do Abriu é um encontro entre os artistas. No camarim, conhecemos outras pessoas, fazemos contatos. Em outros festivais, geralmente, você apresenta e vai embora”, destacou Adriano Alves, integrante do Coletivo Trippé.

Muito além de um mês celebrativo.

Para o diretor de Fomento da Secretaria da Cultura da Bahia, Matias Santiago, o Abriu é um projeto estruturante que pensa em todos os elos da rede produtiva da dança. “Pensa em: reflexão, produção, criação, circulação e difusão. E consegue agregar o maior número de profissionais.  A articulação que essa iniciativa tem com o interior do estado é muito interessante. O diferencial do Abriu é a potência de articulação e de ser estruturante com essa diversidade de grupos de artistas e de descentralização. O Abriu é uma dança territorializada que vai para outros lugares”, explicou.

Oficinas Gratuitas, mostras coreográficas e  diálogos temáticos fazem parte da programação do Abriu Dança na Bahia

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oficina e mostra

A programação da 6ª edição do Abriu Dança na Bahia, contemplado pelo Edital Setorial de Dança, conta com oficinas, mostras coreográficas e  diálogos temáticos. Na abertura, nesta quarta-feira (29),  às 20h, no Espaço Xisto, no bairro dos Barris, o público poderá conferir sete coreografias:  “Eu de onde venho, para onde vou” de João Lima, “Você Aceita?” do Grupo Dois em Um, “Perene” de Ramon Moura, “Fraturas” do Coletivo Trippè de Juazeiro, “Refuge – Tribal Fusion” de Caique Melo, “Ginga Grupo Origem” e “Coisas não Ditas” de  Alice Rodrigues, com ingressos a preços populares: R$ 8 inteira e R$ 4 meia.

Oficinas

Nos dias 30 e 31/03, das 09h às 12h, na Escola de Dança da Funceb-Pelourinho, será realizada a oficina de Composição Coreográfica, com a coreógrafa, professora e pesquisadora, criadora da Escola de Dança da FUNCEB, Lia Robatto e com o bailarino, coreógrafo, músico, professor e especialista em Dança-Educação, Paco Gomes.  A inscrição deve ser feita no site https://abriudancanabahia.wordpress.com/.

Diálogos Temáticos

Faz parte também da programação, Diálogos Temáticos sobre Produção em Dança, Curadoria e Processo de Seleção, que será realizado no dia 03/04, ás 17h, no Espaço Xisto,  com acesso gratuito.

Há seis anos o Abriu Dança vem contribuindo de forma significativa para fortalecer o cenário baiano da dança, qualificando profissionais da área, promovendo intercâmbio e difusão de informações entre artistas.

 “O objetivo é dar visibilidade a outros fazeres em dança, pois sabemos que alguns festivais que acontecem no mês de abril, em algumas ocasiões têm o seu recorte direcionado apenas para os grupos de dança contemporâneos conceituais. A ideia do “Abriu” é criar o intercâmbio entre vários grupos de dança: contemporânea, moderna, ballet clássico, hip hop, pagode, valsa,” afirma o diretor Anderson Rodrigo.

O projeto foi idealizado pelo diretor Anderson Rodrigo e conta com a coordenação artística pedagógica de Bruno Jesus e na coordenação de produção Leonardo Luz. Além de Salvador, os municípios: Camaçari, Valença, Senhor do Bonfim e Jequié serão sede do evento. As ações prosseguem até o dia 08 de maio de 2017.